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REP: Qual é o ideal
para sua empresa?

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Apesar de ser um aparelho bastante comum, muitos ainda não o conhecem. O REP, conhecido popularmente como relógio de ponto, é o equipamento responsável por registrar a entrada e saída dos funcionários da empresa.

Importância de utilizar

Vantagens do Relógio de ponto

Qual equipamento escolher?

Para a escolha do relógio de ponto eletrônico ideal para sua empresa conte com Conecta Controle de Ponto e Acesso. Referência de atendimento na região nordeste a empresa atua no estado da Paraíba e Pernambuco, implantando equipamentos nacionais e internacionais para otimização do controle de entrada em empresas. Entre as soluções que oferece estão relógios eletrônicos, impressoras de cartões, catracas, sistemas de liberação de entrada como biometria e muitos outros.

iDClass

Revolucionando o mercado de Registradores Eletrônicos de Ponto (REPs), a Control iD apresenta o Relógio de Ponto iDClass Mult. Em conformidade com as exigências da Portaria 1510/2009, sendo certificado pelo Inmetro, o Relógio de Ponto da Control iD é equipado com os mais modernos recursos de identificação, incluindo a prática e segura tecnologia de leitura de impressão digital (biometria), além de leitor de cartão de proximidade e de código de barras.

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Quem é a conecta?

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O nosso objetivo o principal? Oferecer os melhores Relógios de Ponto e Controles de Acesso que você já viu. Nós não nascemos ontem, e por isso mesmo já descobrimos a melhor maneira de vender os melhores produtos do mercado a preços extremamente amigáveis. O melhor de tudo? Fazemos questão de oferecer um excelente atendimento ao cliente.

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Perguntas frequentes

Quais cuidados devo tomar ao adquirir um relógio de ponto?


O ponto mais importante que deve ser forcado é, sua revenda possui assistência na sua região?




O Relógio de ponto e seguro?


Sim, Todo REP deve ser construído com base a portaria 1510/09, alguns pontos desta construção são Proíbe todo tipo de restrição à marcação de ponto, marcações automáticas e alteração dos dados registrados; Estabelece requisitos para o equipamento de registro de ponto, identificado pela sigla REP (Registrador Eletrônico de Ponto); Obriga a emissão de comprovante da marcação a cada registro efetuado no REP; Estabelece os requisitos para os programas que farão o tratamento dos dados oriundos do REP; Estabelece os formatos de relatórios e arquivos digitais de registros de ponto que o empregador deverá manter e apresentar à fiscalização do trabalho.




Posso reutilizar um relógio de ponto?


Sim e não, bom. Isso vai ser possível se sua empresa for filial ou grupo econômico, fora isso nano e permitido pelo ministério deu trabalho, uma vez que se trata de dados trabalhistas, o equipamento deve esta arquivado para futuras consultas e ações fiscais.




Porque todo relógio de ponto não é igual?


Engana-se quem acha que todos os equipamentos são iguais. Eles possuem diferenças entre uma marca e outra, alguns com maior resistência, outros com detectores de dedos vivos, de modo geral, procure por uma revenda que atenda sua cidade com um estrutura local, que possa servir sua empresa com excelência, sendo especializada e que possa efetuar manutenção em seus equipamentos, nem todas as revendas tem licenciamento da fabrica para isso.




Quais serão as consequências para quem tiver um sistema de ponto eletrônico não adequado às normas do MTE?


O ponto eletrônico utilizado de forma diversa do previsto na Portaria MTE 1.510/2009, ou na Portaria 373/2011, não servirá para comprovar o cumprimento da obrigação prevista no art. 74 da CLT, ou seja, acarretará todas as consequências legais dessa omissão, entre as quais a aplicação de multas administrativas e as dificuldades de apresentação de elementos comprobatórios da jornada de trabalho em eventual ação judicial.




E possível reduzir o custo com horas extras?


Um funcionário que chegue apenas 5 minutos mais cedo e saia 5 minutos mais tarde diariamente pode resultar em mais de 4 horas extras por mês (10 min x 24 dias). Multiplique isso por um certo número de empregados e o valor pode ser substancial, ainda mais se levado em conta o acréscimo mínimo 50% sobre o valor normal da hora trabalhada. Pior ainda é o caso do empregado que faz isso de forma intencional já visando o recebimento dessas horas extras. Um erro frequente das empresas é não pagar essas horas desnecessárias acreditando que a hora extra não autorizada não precisa ser paga. O entendimento atual da justiça trabalhista é de que as horas extras devem ser pagas independentemente de terem sido autorizadas ou não. O que fazer para evitar as horas extras indevidas? O primeiro passo para reduzir esse desperdício é perceber que ele está acontecendo e quantificá-lo. O que nos remete a uma máxima da administração moderna: “O que não é medido não é gerenciado.” A adoção de um relógio de ponto eletrônico, ou ainda melhor, de um relógio ponto biométrico é a melhor solução para monitorar as horas trabalhadas permitindo de forma simples e rápida responder às seguintes questões: Quem está fazendo horas extras? Quantas horas foram pagas? Essas horas extras eram necessárias? Detectados os excessos, a empresa deve advertir o empregado para que essa prática não se repita ou para que não se torne habitual. Caso a advertência não seja suficiente a empresa pode aplicar as penalidades trabalhistas previstas pela legislação.




Se nenhum dado pode ser alterado ou apagado, qual o procedimento para marcações incorretas?


O Programa de Tratamento admitirá a inserção justificada de informações, seja para a inclusão de marcação faltante, seja para a assinalação de marcação indevida. Porém, os dados originais permanecerão.




Uma empresa terceirizada poderá utilizar o REP da tomadora de serviço para marcação da jornada dos seus trabalhadores que prestam serviço no local da contratante?


Não. A Portaria MTE 1.510/2009 não prevê mais de um empregador por REP





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