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Funcionários atrasando frequentemente : o que fazer?

Os atrasos frequentes atrapalham muito a rotina da empresa. O chamado absenteísmo não apenas reduz a produtividade, como causa constrangimentos na rotina dos departamentos.


É um problema muito comum em que todos saem perdendo.


Existe até uma taxa de absenteísmo, para calcular o grau de atraso e faltas de um profissional e seu impacto na dinâmica de trabalho. O cálculo é relativamente simples – basta dividir as horas não trabalhadas pelas trabalhadas e multiplicar por 100:

% Absenteísmo = horas não trabalhadas/horas trabalhadas x 100

Por exemplo: um colaborador que trabalha 180 horas por mês e deixou de trabalhar 20 por atrasos, trabalhou na verdade por 160 horas.

% Absenteísmo = 20/160 x 100

% Absenteísmo = 12,5% (ou seja, mais de 10% do que deveria ter sido trabalhado se perdeu).


Não há consenso sobre o porcentual mais adequado para o bom funcionamento da empresa, mas presume-se que não passe de 2%, a fim de não prejudicar o andamento de todas as tarefas e, principalmente, não se crie um clima de atrasos frequentes em toda a corporação.


E o que fazer com funcionários que se atrasam muito?

Vamos dividir essa questão em dois tópicos: um procedimental e um comportamental, que podem andar em paralelo.


Do ponto de vista procedimental, a empresa deve adotar uma escala de comunicados informais e formais, sempre lembrando que os atrasos de até 10 minutos (ao longo de todo o expediente, inclusive nos intervalos, são permitidos).


Sempre na presença de uma testemunha, o chefe imediato pode alertar verbalmente o profissional sobre os atrasos frequentes.


Persistindo o problema, o colaborador pode ser avisado por meio de um comunicado interno sobre as falhas em sua conduta.


Por fim, esgotada essa escala de comunicados, o colaborador pode ser desligado – uma medida extrema e que precisa ser ponderada com o nosso outro tópico: a questão comportamental.


Enquanto avisa formal e informalmente sobre os atrasos, a empresa deve cuidar de entender o que está acontecendo com o profissional, sobretudo se o colaborador nunca atrasou e, “do nada”, começou a perder a hora.


Se a empresa for média ou grande e contar com uma equipe multidisciplinar, pode acolher o trabalhador para entender as questões que levaram a este comportamento atípico. Funcionários são seres humanos sujeitos a uma série de imprevistos de foro íntimo que, naturalmente, irradiam sobre as demais questões sociais de sua vida – e o trabalho é um deles.


Nem todos os trabalhadores se atrasam por uma indisciplina ou displicência crônicas – situações pouco comuns que podem inclusive gerar demissão por justa causa.

Na maioria das vezes, esse fenômeno é pontual e justificável por problemas que precisam ser enfrentados.


Empresas que adotam uma política de articulação empática com seu time não apenas demonstram solidariedade, como auferem mais resultados por muitas vezes reintegrar colaboradores que por uma razão ou outra (inclusive razões internas) passaram a se desinteressar pelo trabalho.


Em outra frente, o empregador precisa demonstrar preocupação com o controle de jornadas. De nada adianta ser implacável com faltas e atrasos se a marcação de horários de entrada e saída for precária.


Por isso, um sistema que contemple relógios eletrônicos de ponto eficientes e integrado com softwares de apuração de ponto ressalta que o grupo está preocupado em verificar este tão importante compromisso profissional.



https://www.conectaltda.com.br/

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